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um blog sem nenhum compromisso com a verdade e/ou sanidade
Quem diria que depois de dezoito anos vivendo como/com a mesma pessoa, um belo dia eu iria acordar para descobrir que talvez eu não me conheça tão bem. Talvez eu não tenha certeza de até onde posso chegar. Tenho defeitos e virtudes que surgiram ao longo de minha breve existência, que só agora descubro e compreendo. Eu posso ser uma pessoa melhor e maior. Talvez os meus sonhos não estejam assim tão longe - só dependem de mim. Talvez aquela coisa babaca d’O Segredo realmente funcione. E, como já dizia aquela música daquela banda que nem existe mais, “you only get what you give”.
Eu sempre fui minha pior inimiga. Eu nunca estive totalmente confortável aqui dentro. E foi plantando bananeira ao som de John Mayer que eu descobri que eu me amo, profunda e sinceramente, de uma maneira que ninguém jamais vai entender. Tornei-me minha melhor amiga e maior aliada. Mesmo não me conhecendo, eu me conheço, sei onde vou e como vou chegar lá. Descobri que eu não consigo prever o que vai acontecer, e essa é a graça dessa coisa toda. Descobri que eu tenho fé, não em qualquer coisa criada por algum profeta maluco, mas em mim. Em mim. Não importa quantas fitinhas do senhor do bonfim, promessas e preces eu faça, só irei receber aquilo que eu realmente fizer por merecer. You only get what you give.
Sempre odiei mudanças e apaixonei-me por minhas rotinas e vÃcios. Ainda bem que descobri logo que todas as coisas maravilhosamente imprevisÃveis que aconteceram e acontecem a cada minuto da minha vida tem um valor inestimável, só resta a mim reconhecê-las e saboreá-las como merecem. E que todas aquelas coisas idiotas que eu não fiz mas poderia ter feito, pelas quais me penitenciei diversas vezes aconteceram por algum motivo maior que minha vã compreensão. Fizeram-me crescer, amadurecer e aprender cada vez mais. Ainda gosto das minhas rotinas obsessivo-compulsivas, mas agradeço pelos giros insanos. Não sei a quem agradeço, mas simplesmente o faço.
E é assim, com o coração leve, que eu me dispeço da minha adoravelmente monótona adolescência.
wow. Então o tempo que estiveste desaparecida serviu para “filosofar”.
hum. eu tento não pensar no que sou, sinceramente acho que prefiro nem saber e pelo que me têm dito, mesmo que queira saber nunca o vou saber. Também, sou nova e estou em plena adolescência com os meus recém 15 anos orgulhosos, em que desespero por mudanças e odeio a monotonia que tenho a sensação que vou experimentar por ainda mais uns anos.
“you only get what you give” - acho que é verdade. Ou talvez ande a ver demasiado My name is Earl.
De qualquer maneira, boa sorte para a tua fase purpurina*
O grande segredo dO Segredo é que você lê e se pergunta como alguém perdeu tempo escrevendo O Segredo. Uma coisa que não é segredo é que mesmo eu sendo um segredo, eu viajei na maionese secreta desse secretÃssimo texto que nada tem de secreto, pois do contrário secreto, eu não haveria de ter lido-o. Secreto medo terei de quando secretamente você se formar em pleno segredo. Para demonstrar minha nada secreta ignorância, que secretos diabos é uma fase purpurina? o.ô
Ah, não vai dizer, pois é segredo, certo? Me viro então.
Que secretação. Bah.
Engraçado que a maioria da meninas na adolecencia realmente são suas piores inimigas como disse. Eu mesmo me odiava quando mais nova, mas o tempo passa e você se vê de outra maneira. A vida começa a não ser só estudo escolares e brincadeiras com as amigas. Começa ter que correr atrás de uma carreira e amore possÃveis e impossÃveis.
Tudo é uma fase na nossa vida. Acaba sempre passando e dando vez para uma nova fase, que por vez pode ser boa ou ruim.
Bjussss
1 panfletinho:
“EXCLUSIVO: o Cansei nas palavras de uma fundadora”
vejotudoenaomorro.wordpress
abs!
Eu demorei um pouco mais que minha adolescência para perceber isso e é engraçado que a cada dia, a gente vai aumentando isso…
Bjitos!
Que post lindo. O melhor até hoje. Não no seu estilo, mas você. Isto é, se não for um super caô.
Bem, eu ainda não descobri, ou melhor, eu sempre percebo quando alguém me dá um toque como você mocinha ^_^’
Na verdade todos sabem a delÃcia de ser o que são só que à s vezes a gente esquece por enê motivos mas quando recordamos é como voltar ao primeiro amor.
Todos somos imensuravelmente bons em algo e por isso nos amamos sem perceber.
Um beijo!
Eu sei que esse post é antigo, mas sei lá. Eu fiquei lendo e pensando, e pensando…
Acho que durante esses anos da minha vida eu acabei me descobrindo cedo de mais, por exigência própria. Antes de entrar na adolencência eu já sabia meus limites, meus amores, meus gostos. E isso acabou me pasando a perna mais tarde.
Quando estava entrando na adolescência lembro que eu pensava: “Mas o que por diabos eu devo fazer agora?”
Acho que o negócio era fazer tudo no tempo certo mesmo. Nem quando criança e nem depois de adulta.